<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424</id><updated>2012-02-16T00:18:03.409-08:00</updated><title type='text'>BIOLOGIA    O    BLOG    DO             CONHECIMENTO</title><subtitle type='html'>O BLOG DO CONHECIMENTO</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://biologiavale.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-259864531124058438</id><published>2011-03-19T12:43:00.001-07:00</published><updated>2011-03-19T12:47:26.890-07:00</updated><title type='text'>ENERGIA NUCLEAR</title><content type='html'>Às 8h55 do dia 6 de agosto de 1945 um imenso clarão cortou o céu de Hiroshima. Parecia um naco de sol, iluminando todas as coisas com um branco intenso. Ninguém ouviu estrondos até que as paredes começaram a voar e nuvens de poeira envolveram a manhã numa espécie de penumbra. Horas depois, o doutor Masakazu Fujii se deparava com uma horda de feridos zanzando pelas ruas da cidade. Nus, com os corpos queimados, eles caminhavam de cabeça baixa, em silêncio, absolutamente inexpressivos. Como japonês, o médico se atormentava pela vergonha de ter sido poupado daquela desgraça. Perto dali, num bambual à beira do rio, o padre Kleinsorge, um jesuíta alemão, se surpreendia com o silêncio de centenas de feridos que sofriam juntos: “Ninguém chorava e muito menos gritava de dor. Ninguém se queixava. Ninguém agonizava ruidosamente. Nem as crianças choravam. Pouca gente falava.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RISCO&lt;br /&gt;Equipes de resgate podem ser contaminadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase sete décadas depois destes episódios, descritos pelo jornalista americano John Hersey numa monumental reportagem, o mesmo pudor e a mesma recatada resignação de um povo com sua dor podiam ser constatados em vilarejos e cidades de todo o nordeste do Japão, devastado por um terremoto de nove graus na escala Richter, seguido por tsunami e gravíssima ameaça nuclear. A emoção contida também se estampava nos rostos de milhares de japoneses colocados em fila para se submeterem à inspeção radioativa. Eles se encontravam no entorno da usina Fukushima I quando o terremoto provocou pane no complexo nuclear. Dos seis reatores da usina, quatro passaram por uma sucessão de explosões e incêndios, sinalizando a possibilidade de uma hecatombe atômica. “Por favor, não saiam, fiquem em casa, fechem as janelas e vedem suas casas”, apelou o porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, dirigindo-se aos 200 mil moradores das imediações de Fukushima I. A quase dez mil quilômetros de distância, em Bruxelas, na Bélgica, o comissário da União Europeia para energia, Gunther Oettinger, classificou como “apocalíptica” a crise nuclear japonesa. “A situação está fora de controle”, afirmou Oettinger, enquanto colunas de vapor saíam sem parar do complexo. Em Viena, na Áustria, Yukiya Amano, o veterano diplomata japonês que dirige a agência da ONU para energia nuclear, negou que houvesse tal descontrole antes de embarcar para Fukushima. Seu prognóstico, porém, não foi nada confortador: “É difícil prever se a situação vai melhorar ou piorar. Nós não sabemos. Há indícios para os dois lados.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hiroshima&lt;br /&gt;1945 – A cidade em destroços depois que a bomba caiu e um imenso clarão cortou o céu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miyagi&lt;br /&gt;2011 – Uma das cidades mais atingidas pelo tsunami, parece cenário de guerra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito com que os japoneses enfrentaram a bomba atômica em 1945 ressurgiu no arquipélago na tarde da quarta-feira 16. A predisposição para a luta seguindo o código de ética pelo qual é melhor morrer do que viver na vergonha reapareceu incorporada no grupo de 50 engenheiros, físicos, técnicos e operários que permaneceu no interior na usina tentando evitar uma catástrofe nuclear. Eles se revezavam no bombeamento de água para resfriar os reatores quando a radiação atingiu níveis insuportáveis para seres humanos. Retirado às pressas, o grupo retornou cinco horas depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta, os 50 tinham virado 180, muitos deles voluntários. Usam máscaras e roupas de proteção, mas sabem que a missão à qual se dedicam pode custar-lhes a vida. Dois dias antes, tripulantes de helicópteros americanos que haviam voado a 100 quilômetros de Fukushima foram contaminados pela radiação. Os níveis eram baixos, mas, ainda assim, o governo americano reposicionou toda a tropa que mantém na região. As primeiras tentativas de resfriar os reatores de Fukushima I, jogando água de helicópteros, também haviam sido abortadas por causa da radiação. Não por acaso, os 180 trabalhadores que lutam no interior da usina estão sendo venerados como heróis pelos japoneses. “Eles são como combatentes suicidas numa guerra”, disse o especialista Keiichi Makagawa, do Departamento de Radiologia do Hospital Universitário de Tóquio. A comparação ecoou de forma ainda mais profunda na memória afetiva dos japoneses quando a mensagem da filha de um dos trabalhadores de Fukushima I foi lida em uma emissora de tevê: “Meu pai ainda está trabalhando dentro da usina. Eles estão praticamente sem comida. As condições de trabalho são duras. Ele diz que aceita seu destino como uma pena de morte”, contou a garota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hiroshima&lt;br /&gt;1945 – Civis e soldados aguardam os poucos ônibus que circulam após a catástrofe nuclear &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KORYAMA&lt;br /&gt;2011 – Moradores fazem fila para receber água potável na região ameaça pelo perigo atômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco dias depois do tsunami, com o país sob a crescente ameaça de contaminação, o imperador Akihito apareceu na televisão para um inédito pronunciamento à população. Ele pediu que os japo­neses “dessem as mãos” e mostrassem “compaixão uns com os outros para superar esses tempos difíceis”. O discurso raro e comedido de Akihito remeteu à histórica proclamação de seu pai, o imperador Hiroito. Por exigência dos Estados Unidos, seis dias após o bombardeio a Nagasaki, em 15 de agosto de 1945, Hiroito dignou-se a falar para seu povo pela primeira vez na história. Pelo rádio, o imperador-divindade, que não podia ser tocado e nem sequer olhado de frente por seus súditos, usou um japonês arcaico que poucos conseguiam entender. Arrogante e ambíguo, Hiroito não citou a palavra “rendição”, preferindo um genérico “cessar fogo”, e rogou que o povo “tolerasse o intolerável”. Coube a locutores da rádio esclarecer que o imperador, na verdade, anunciara a derrota do Japão. O discurso de Hiroito desencadeou uma onda sinistra: mais de 500 japoneses cometeram suicídio pela “vergonha” de não terem impedido que o imperador sofresse. Agora os tempos são outros, mesmo para uma sociedade tradicional como a japonesa. Depois da fala de Akihito aumentaram as suspeitas de que o governo esconde a real situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com exceção do inédito pronunciamento do imperador, os principais sinalizadores da gravidade da crise vêm do exterior. Na França, estima-se que uma nuvem radioativa proveniente de Fukushima atingirá os céus da Europa nos próximos dias. Thierry Charles, o diretor do Instituto de Segurança Nuclear da França, não mediu palavras ao expressar seu pessimismo. “É uma situação de alto risco. Uma evaporação completa (da piscina do reator 4 da usina) nos deixaria no mesmo nível de exposição que Chernobyl”, comparou Charles, referindo-se ao acidente de 1986 na antiga república soviética. Nas imediações de Fukushima I, enquanto o Japão ordenou a evacuação de uma área de 20 quilômetros ao redor da usina, os Estados Unidos estabeleceram em 80 quilômetros o diâmetro de segurança para os americanos. “Mesmo que as equipes de emergência japonesas continuem fazendo um trabalho heroico, sabemos que os danos aos reatores nucleares na usina de Fukushima apresentam um risco substancial para as pessoas que estão próximas”, explicou o presidente Barack Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aguçar as suspeitas de que o governo japonês esconde informações estratégicas sobre a crise nuclear, veio à tona um documento de 2008, obtido pelo site WikiLeaks. No documento, o embaixador americano Thomas Schieffer relata denúncia feita por um respeitado líder político japonês, o deputado Taro Kono, de que o governo ocultava dados sobre acidentes nucleares no país. Em outro documento, o serviço diplomático americano informava que as medidas de segurança contra terremotos no arquipélago só haviam sido revisadas três vezes nos 35 anos anteriores. Além disso, após o terremoto de 6,8 graus na escala Richter ocorrido em 2007 na usina nuclear de Kashiwazaki-Kariwa, a maior do mundo, o próprio governo japonês reconheceu que a empresa responsável pela usina, a Tokyo Eletric Power Co. (Tepco), havia comunicado de forma lenta e pouco rigorosa os danos causados pelo tremor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOBREVIVENTE&lt;br /&gt;Resgate do terremoto seguido por tsunami que já deixou quase sete mil mortos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não bastasse, a agência japonesa Kyoto divulgou na terça-feira 15 trecho de uma preocupante conversa que o atual primeiro-ministro, Naoto Kan, teve com executivos da Tepco, que também opera a Fukushima I. “A tevê relatou a explosão (em um dos reatores). Mas nada foi informado ao gabinete do primeiro-ministro por uma hora. Que diabos está acontecendo?”, teria perguntado o primeiro-ministro. Ao revelar sua dificuldade em lidar a crise, o primeiro-ministro acabou reforçando a avaliação do comissário da União Europeia de que a situação estaria fora de controle. A possibilidade de um vazamento importante de radioatividade é, no mínimo, aterrorizante. A densidade demográfica no Japão é 20 vezes maior do que a da região de Chernobyl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa do clima de terror, um intenso êxodo vem marcando o cotidiano japonês. Com medo de uma hecatombe atômica, estrangeiros abandonam em massa o arquipélago. O movimento se reflete inclusive no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, com o desembarque constante de brasileiros antes radicados no Japão. No cenário interno, a debandada é para o sul, o mais longe possível de Fukushima I. A 250 quilômetros da usina, Tóquio, a antes pulsante capital, com 32 milhões de moradores na região metropolitana, está com as ruas desertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALERTA&lt;br /&gt;A pane no complexo nuclear provocou evacuação de moradores, inspeção&lt;br /&gt;radioativa e êxodo para o sul do país, além de mobilização de tropas e de&lt;br /&gt;especialistas no combate a desastres nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo costume também foi incorporado aos hábitos dos moradores do país: observar a direção dos ventos. Enquanto eles soprarem na direção do Oceano Pacífico, acreditam os japoneses, diminuem os riscos de uma contaminação radioativa pelo ar. Nos Estados Unidos, essa é a direção que alarma. Tanto que o presidente Obama, na quinta-feira 17, tratou de anunciar que não esperava que níveis perigosos de radiação atingissem o país, “seja a costa Oeste, o Havaí, o Alasca ou os territórios americanos no Pacífico”. Mesmo assim, a principal fabricante de cápsulas de iodeto de potássio, que diminui o impacto da radiação no organismo humano, avisou que seus estoques estão praticamente esgotados em decorrência da crise em Fukushima I. No Japão, sabe-se ainda que a neve e a chuva que caem no entorno da usina podem ajudar a contaminar o solo, tornando impraticável a tradicional agricultura de arroz. Daqui para a frente, qualquer produto alimentício exportado pelo país precisará passar pelo escrutínio radioativo. O Brasil anunciou que não tomará nenhuma medida especial nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos da radiação atômica sobre os seres humanos começaram a ser identificados pelos japoneses antes mesmo de eles saberem que a bomba de urânio lançada sobre Hiroshima levava o apelido de Little Boy e que a bomba de plutônio responsável pela devastação de Nagasaki era chamada pelos soldados americanos de Fat Man. Em setembro de 1945 médicos da Cruz Vermelha em Hiroshima começaram a formular uma teoria sobre a natureza da nova enfermidade. O primeiro estágio era acachapante: 60% das vítimas tinham morrido queimadas pelo calor de 6 mil graus centígrados que a bomba provocou no solo. Um mês depois, os médicos começaram a notar que mesmo aqueles que haviam sobrevivido sem ferimentos à explosão começavam a revelar sintomas como anemia, fadiga, perda de cabelos, alterações sanguíneas e febre altíssima. Espalhou-se, então, o boato que a bomba havia depositado um tipo de veneno sobre a cidade que ia se desprendendo aos poucos. Era a radiointoxicação, a mesma ameaça que paira sobre aqueles expostos à radioatividade de Fukushima I. Dependendo do grau de contaminação, seus efeitos vão da morte imediata a alterações na estrutura das células, podendo provocar câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito pragmático, a obediência civil e a fé cega dos japoneses na tecnologia podem explicar como um povo que conheceu o poder atômico por seu lado mais macabro, ingressou de forma tão avassaladora no uso da energia nuclear. Fukushima I abriga apenas seis dos 55 reatores atômicos do Japão. A usina completa 40 anos no próximo dia 26. No começo dos anos 1970, quando foi instalada na região, chegou como símbolo de redenção econômica, já que as minas de carvão da região haviam entrado em decadência. Hoje representa o inferno pelo qual já passaram Hiroshima e Nagazaki. Na sexta-feira 18, nem o restabelecimento da linha de transmissão de energia que pode viabilizar o resfriamento dos reatores amenizou a crise. Na sequencia, a agência nuclear japonesa admitiu que o acidente tinha “conseqüência de maior alcance” que local. Pouco depois, imagens de Tóquio eram exibidas na tevê. Os raros moradores que passavam por uma avenida semideserta usavam máscaras e carregavam sacolas com víveres. De tempos em tempos, um solitário gari pegava com uma pinça de madeira um pedacinho de papel jogado no chão. Apesar da crise, não havia nenhum tumulto. E a cidade permanecia limpíssima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-259864531124058438?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/259864531124058438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/259864531124058438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2011/03/energia-nuclear.html' title='ENERGIA NUCLEAR'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-2082356555388298153</id><published>2011-03-17T05:32:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T05:32:00.044-07:00</updated><title type='text'>POLUINDO A ATMOSFERA</title><content type='html'>Contaminação da biosfera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal problema na disposição de resíduos radioativos é a percolação de tóxicos contidos no material radioativo para lençóis freáticos, levando assim à inevitavel dispersão do material na biosfera. Uma vez contaminada, a água entra diretamente na cadeia alimentar, como por exemplo através de represas e poços e, indiretamente através da ingestão de alimento contaminado (incorporação da contaminação pelo pescado, utilização de água no cultivo agrícola, pecuária entre outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vários elementos contidos nos resíduos nucleares têm meia-vida de 1000 anos ou mais, eles devem ser isolados (depósito definitivo) durante muito tempo. Por exemplo o elemento Plutônio-239, que decai sob emissão de radiação alpha e possui atividade específica de 2000 Bq/µg, sendo portanto extremamente radiotóxico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ventos durante de um período de seca em 1967 e incêndios florestais em 2010 aumentaram a área contaminada nas regiões de Majak. A região de Majak é considerada a mais contaminada no mundo, devido ao grave acidente em uma central de reprocessamento em 1957. Cerca de 10.000 hectares em torno da instalação apresentam contaminação com aproximadamente 4·1017 Becquerel (mais do que a quantidade liberada no acidente de Chernobil). Incêndios florestais ocorridos na Rússia em agosto de 2010 também levantaram nuvens de poeira radioativa na região de Brjansk (região que ficou contaminada na catástrofe nuclear de Chernobil em 1986). Os incêndios fizeram as partículas radioativas chegarem à atmosfera e se distribuirem em áreas maiores, aumentando a região contaminada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-2082356555388298153?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/2082356555388298153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/2082356555388298153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2011/03/poluindo-atmosfera.html' title='POLUINDO A ATMOSFERA'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-1830421046629746243</id><published>2011-03-17T05:29:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T05:29:24.363-07:00</updated><title type='text'>LIXO Atômico</title><content type='html'>O tratamento dado aos rejeitos radioativos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais argumentos utilizados pelos defensores das usinas nucleares é o seu baixo nível de poluição do ambiente. Segundo eles, a usina nuclear seria capaz de produzir energia elétrica "limpa". Esta, entretanto, não costuma ser a opinião das organizações de defesa do meio ambiente, como o Greenpeace. O Greenpeace acredita que os testes já realizados envolvendo o destino do lixo nuclear são insatisfatórios e que testes confiáveis demandariam dezenas de milhares de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rejeitos produzidos em Angra 1 e 2 podem ser classificados em três níveis de radioatividade: alta, média e baixa. Ainda não há, no Brasil, um lugar escolhido para o depósito definitivo do lixo nuclear, ficando o lixo de Angra em depósitos intermediários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os rejeitos de baixa e média radioatividade (que deveriam ficar no depósito intermediário por no máximo três anos) o destino são dois galpões de concreto construídos dentro de rochas, ao lado da usina. Nestes galpões ficam armazenados tambores que, ou contém botas, macacões e outras roupas contaminadas (rejeitos de baixa radioatividade, com meia-vida aproximada de 60 anos) utilizadas por trabalhadores ou peças de metal do reator e resíduos químicos (rejeitos de média radioatividade). A maior parte dos tambores contém rejeitos de baixa radioatividade que podem, inclusive, ser reutilizados. Segundo Kleber Cosenza, Superintendente de produção de Angra 2, em uma inspeção periódica, feita há três anos, o material estocado passou de 1400 tambores para 400, devido à constatação de que aqueles objetos haviam perdido a radioatividade. Algumas peças de roupas foram reutilizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rejeito de alta radiotividade, que a indústria chama de subprodutos, é formado pelo elemento combustível já irradiado dentro do reator. Este rejeito tem uma meia-vida bastante longa, podendo chegar a dezenas de milhares de anos, o que torna a questão sobre o destino a ser dado a ele muito mais importante. Por incrível que pareça, o elemento combustível também pode ser reutilizado. Normalmente, ele é retirado do reator com apenas 15% de sua capacidade utilizada. Se a usina recebe elementos combustíveis com qualquer tipo de problema, pode recorrer ao combustível estocado a ser utilizado em combinação com o novo. O local de estocagem dos rejeitos de alta radioatividade de Angra são as suas piscinas. Para a usina de Angra 2 foi construída uma piscina dentro do reator (diferente da de Angra 1, que fica fora) com capacidade para armazenar os rejeitos produzidos por metade de sua vida útil, 20 anos. A piscina de Angra 1 pode armazenar os resíduos de seus 40 anos de atividade previstos. Ambas mantém os resíduos submersos a mais de dez metros de profundidade, sendo a água a blindagem utilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto que define normas para a construção de locais definitivos de armazenamento de lixo nuclear já foi aprovado pelo Congresso, estando em tramitação no Senado. Ele segue as normas internacionais, que propõe a construção de silos de concreto no subsolo. A cidade em que fossem construídos estes silos seria beneficiada com compensações financeiras. O atual prefeito de Angra dos Reis, José Marcos Castilho, é contrário à escolha de sua cidade para sede também dos rejeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ambientalistas questionam as soluções propostas pelas centrais nucleares. Segundo eles, poderia haver contaminações do ar causadas por explosões ou vazamento contínuo de gases de um sítio (possíveis teoricamente), ou contaminações da água, causadas por vazamento do invólucro que armazena o rejeito e que poderia atingir um lençol freático. O fato é que, principalmente com relação aos rejeitos de alta radioatividade, a solução encontrada deve levar em conta a longa meia-vida do lixo, que chega a milhares de anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-1830421046629746243?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/1830421046629746243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/1830421046629746243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2011/03/lixo-atomico_17.html' title='LIXO Atômico'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-8188105886484872190</id><published>2011-03-17T05:28:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T05:28:29.871-07:00</updated><title type='text'>Poluição Nuclear (lixo nuclear)</title><content type='html'>A discussão em torno da utilização de energia nuclear é muita. De um lado os governos afirmam que esta é uma alternativa segura, eficiente e que não polui. De outro, encontram-se ambientalistas que alertam sobre o perigo da poluição nuclear e de possíveis desvios dos materiais físseis por terroristas, além dos acidentes com o transporte de materiais radioativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poluição nuclear é causada pela destinação incorreta ou vazamento de resíduos radioativos proveniente de diversas fontes que utilizam a energia nuclear, como, por exemplo, as usinas nucleares ou aparelhos de raios-x, e se caracteriza pelo alto grau de periculosidade devido a capacidade de causar alterações nas estruturas das células provocando, assim, alterações no organismo como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, o lixo nuclear polui menos do que o lixo comum produzido pelas indústrias e residências porque o primeiro possui um rigoroso controle de destinação e gerenciamento enquanto que o segundo encontra-se em qualquer lugar e, embora legalmente devesse, não é bem gerenciado. A grande e importante diferença é que o lixo nuclear possui a capacidade de permanecer ativo por milhares de anos exigindo o monitoramento constante e, no caso de acidentes as conseqüências são muito piores podendo, inclusive, causar danos por várias gerações, como no caso do acidente com o Césio-137 em Goiânia para o qual foi criada uma Superintendência permanente para tratar das vítimas do acidente (Superintendência Leide das Neves).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal argumento da corrente contra a energia nuclear é justamente o perigo de que acidentes como esse, voltem a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a criação de novas usinas termonucleares para geração de energia a quantidade de resíduos que deverá ser estocada, também aumentará. Esses resíduos são provenientes não apenas das usinas termonucleares, mas durante todo o processo, desde a fase de mineração até a fase final de reprocessamento do combustível nuclear, quando o urânio não queimado do reator e o plutônio gerado são separados dos produtos formados na fissão. Esses resíduos serão classificados de acordo com o nível de radioatividade sendo classificados como baixa, média ou alta atividade e armazenados segundo normas da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear). Mas, mesmo assim permanecerão por um bom tempo como uma potencial fonte de poluição e perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a grande resistência atual quanto à utilização da energia nuclear concentra-se na produção e gerenciamento dos resíduos radioativos gerados pelas usinas. A França, que atualmente tem cerca de 80% de suas necessidades energéticas supridas por usinas nucleares, conta com a desaprovação de 55% da população quanto à forma como os resíduos são gerenciados. E quase 80% da população européia concordam que não há uma forma segura de descartar os resíduos nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, antecipando-se às iniciativas da Comunidade Européia de tentar acelerar as discussões a respeito, a França lança mão de incentivos fiscais para as cidades que se dispuserem a receber os resíduos gerados por suas usinas nucleares e aprova uma lei onde estipula que os resíduos serão armazenados em abrigos subterrâneos, traçando um cronograma para cumprir seu objetivo até 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusive, um dos argumentos daqueles que são a favor da implementação de um programa energético baseado na energia nuclear argumentam que a tecnologia evoluiu muito nos últimos anos tornando as usinas termonucleares muito mais seguras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, se compararmos as termoelétricas movidas à energia nuclear com aquelas movidas a carvão, que respondem por 53% da energia gerada nos EUA, por exemplo, chegaremos à conclusão óbvia de que a primeira polui muito menos, visto que a segunda emite níveis de CO2 (dióxido de carbono) altíssimos, sendo um dos principais responsáveis pelo efeito estufa. Conclusão óbvia, mas que, porém não exclui as formas de energia alternativas como a energia eólica ou biomassa (ver biocombustíveis) que, de fato não poluem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só o Japão produz anualmente mais de 1 tonelada de resíduos radioativos que são enviados para França e Reino Unido para o reprocessamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a energia nuclear polui sim. O que acontece é que isso pode ser evitado armazenando-se e monitorando os resíduos. Situação que, porém, eleva e muito, os custos da energia nuclear.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-8188105886484872190?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/8188105886484872190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/8188105886484872190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2011/03/poluicao-nuclear-lixo-nuclear.html' title='Poluição Nuclear (lixo nuclear)'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-3248322432824930082</id><published>2011-03-17T05:26:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T05:26:41.393-07:00</updated><title type='text'>LIXO ATOMICO</title><content type='html'>"Lixo nuclear é herança maldita para futuras gerações"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristina Bodas, direto de Angra dos Reis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo atômico produzido por uma usina nuclear - como o plutônio - leva cerca de 24 mil anos para ter sua radioatividade reduzida apenas pela metade. "É uma herança maldita para futuras gerações", diz o professor Luiz Pinguelli Rosa, vice-diretor da Coope (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia) da Universidade Federal do Rio de Janeiro e um especialista em energia nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma idéia, somente as usinas de Angra 1 e 2 produzem juntas, por ano, 47 toneladas de resíduo com alto índice de radioatividade - composto por água e demais materiais que entram em contato direto com o núcleo do reator, onde estão as pastilhas de urânio. Há ainda o lixo atômico considerado de baixa e média radioatividade, como equipamentos e roupas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos são estocados provisoriamente na própria usina. O de alta é armazenado em piscinas localizadas próximas ao reator, enquanto os demais resíduos são colocados em tambores - que hoje já somam 6.302. "Durante o tempo de vida da usina, temos condições de armazenar com segurança todos esses resíduos", garante o presidente interino da Eletronuclear, Evaldo Césari de Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O armazenamento do lixo atômico na usina ainda é provisório porque não há uma política nacional sobre a destinação final desse material. Nem mesmo a Alemanha e os Estados Unidos, países dos quais o Brasil adquiriu a tecnologia nuclear, têm soluções definitivas para o lixo atômico. Está sendo analisado atualmente pelo Senado o Projeto de Lei aprovado no início de junho pela Câmara dos Deputados que determinaria locais definitivos para acomodação do lixo atômico, assim como o processo de fiscalização desses depósitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Evaldo, os resíduos de baixa e média radioatividade precisam ser armazenados por um período de cerca de 300 anos. "Já os de alta exigem uma tecnologia de isolamento que mantenha os resíduos seguros por milhares de anos, como depósitos profundos em montanhas de rochas", conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o coordenador da campanha de energia nuclear do Greenpeace no Brasil, Ruy de Góes, nenhuma forma de armazenamento garantiria segurança total para o meio ambiente e para as gerações futuras. "Seria preciso criar, por exemplo, símbolos que indicassem para uma próxima civilização que em determinada montanha estaria enterrado um material capaz de matá-la", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira em vídeo mais informações sobre soluções para o lixo atômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-3248322432824930082?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/3248322432824930082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/3248322432824930082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2011/03/lixo-atomico.html' title='LIXO ATOMICO'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-3501042339649080907</id><published>2010-04-02T12:49:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T12:57:48.292-07:00</updated><title type='text'>POLUIÇÃO.</title><content type='html'>&lt;table style="width:auto;"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/Khms-VTNxv7obutWPfl1-Q?authkey=Gv1sRgCOX06620leDuYA&amp;feat=embedwebsite"&gt;&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_OTvq5Y68Mr8/S7ZLcN2GGgI/AAAAAAAADg4/SAcatzY2nR8/s144/POLUICAO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family:arial,sans-serif; font-size:11px; text-align:right"&gt;De &lt;a href="http://picasaweb.google.com/veloso61/DropBox?authkey=Gv1sRgCOX06620leDuYA&amp;feat=embedwebsite"&gt;Caixa suspensa&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por poluição entende-se a introdução pelo homem, direta ou indiretamente de substâncias ou energia no ambiente, provocando um efeito negativo no seu equilíbrio, causando assim danos na saúde humana, nos seres vivos e no ecossistema ali presente.[1]&lt;br /&gt;Os agentes de poluição, normalmente designados por poluentes, podem ser de natureza química, genética, ou sob a forma de energia, como nos casos de luz, calor ou radiação.&lt;br /&gt;Mesmo produtos relativamente benignos da actividade humana podem ser considerados poluentes, se eles precipitarem efeitos negativos posteriormente. Os NOx (óxidos de azoto) produzidos pela indústria, por exemplo, são frequentemente citados como poluidores, embora a própria substância libertada, por si só não seja prejudicial. São classificados como poluentes pois com a acção dos raios solares e a humidade da atmosfera, esses compostos dão origem a poluentes como o HNO3 ou o&lt;br /&gt;O termo poluição também pode se referir a ondas eletromagnéticas ou radioatividade. Uma interpretação mais ampla do termo deu origem a como a poluição luminosa. No caso da poluição sonora, esta é o efeito provocado pela difusão do som em grande quantidade, muito acima do tolerável pelos organismos vivos, através do meio ambiente. Dependendo de sua intensidade causa danos irreversíveis em seres vivos. A Aviação civil é uma das maiores fontes de poluição sonora nas grandes cidades. Já a poluição visual, tem como efeito a sensibilidade dos olhos ao deparar-se com efeitos berrantes em materiais de divulgação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-3501042339649080907?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/3501042339649080907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/3501042339649080907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2010/04/poluicao.html' title='POLUIÇÃO.'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_OTvq5Y68Mr8/S7ZLcN2GGgI/AAAAAAAADg4/SAcatzY2nR8/s72-c/POLUICAO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-7079649519368299214</id><published>2010-04-02T06:55:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T05:33:45.660-07:00</updated><title type='text'>BIOLOGIA</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-7079649519368299214?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/7079649519368299214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/7079649519368299214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2010/04/biologia.html' title='BIOLOGIA'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3674930497753187424.post-4297652577732955320</id><published>2010-04-02T06:48:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T07:35:34.858-07:00</updated><title type='text'>BIOLOGIA VALE</title><content type='html'>A biologia é o ramo da Ciência que estuda os seres vivos (do grego βιος - bios = vida e λογος - logos = estudo, ou seja o estudo da vida). Debruça-se sobre o funcionamento dinâmico dos organismos desde uma escala molecular subcelular até o nível populacional e interacional, tanto intraespecíficamente quanto interespecíficamente, bem como a interação da vida com seu ambiente físico-químico. O estudo destas dinâmicas ao longo do tempo é chamado, de forma geral, de biologia evolutiva e contempla o estudo da origem das espécies e populações, bem como das unidades hereditárias mendelianas, os genes. A biologia abrange um espectro amplo de áreas acadêmicas frequentemente consideradas disciplinas independentes, mas que, no seu conjunto, estudam a vida nas mais variadas escalas.&lt;br /&gt;A vida é estudada à escala atômica e molecular pela biologia molecular, pela bioquímica e pela genética molecular, no que se refere à célula pela biologia celular e à escala multicelular pela fisiologia, pela anatomia e pela histologia. A biologia do desenvolvimento estuda a vida ao nível do desenvolvimento ou ontogenia do organismo individual.&lt;br /&gt;Subindo na escala para grupos de mais que um organismo, a genética estuda as bases da hereditariedade e da variação entre indivíduos. A etologia estuda o comportamento dos indivíduos. A genética populacional estuda a dinâmica dos alelos nas população, enquanto que a sistemática trabalha com linhagens de muitas espécies. As ligações de indivíduos, populações e espécies entre si e com os seus habitats são estudadas pela ecologia e as origens de tais interações pela biologia evolutiva. Uma nova área, altamente especulativa, a astrobiologia (ou xenobiologia) estuda a possibilidade de vida para lá do nosso planeta. A biologia clínica constitui a área especializada da biologia profissional, para Diagnose em saúde e qualidade de vida, dos processos orgânicos eticamente consagrados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3674930497753187424-4297652577732955320?l=biologiavale.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/4297652577732955320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3674930497753187424/posts/default/4297652577732955320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://biologiavale.blogspot.com/2010/04/biolgia-vale.html' title='BIOLOGIA VALE'/><author><name>CARLOS</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_OTvq5Y68Mr8/SQRrPwokWTI/AAAAAAAABRs/toN6oXrtLCc/s1600-R/S5030939.JPG'/></author></entry></feed>
